O último domingo foi especial. Não só pra mim. Mas vou falar apenas por mim. Cheguei em casa por volta de 7h30 da manhã depois de mais uma noite de festa e bebidas. Acordei somente a tarde e dei um pulo da cama louco que chegasse a hora do jogo entre Flamengo x Goiás. Nunca vi um domingo demorar tanto pra chegar. Mas chegou. Agora a hora que não passava. Mas foi chegando a hora. Entrei na internet, dei uma olhada no Twitter, Orkut, sites de esportes e Messenger para sentir o clima de um dia decisivo para muitos clubes do Brasil. Saí de casa já estava 1 a 0 pro Botafogo. E quem diria, gritei “Vamos Fogão” pela janela. E não ouvi os tradicionais botafoguenses da vizinhança gritando. Estavam no Engenhão? Não creio. São tão pessimistas que já desistiram, mais uma vez, do time. Saí com tanta animação que acabei deixando meu ingresso em casa. Mas ainda no elevador percebi o desfalque. Voltei e não achava o ingresso. Pensei e chorei ao ver a possibilidade de ficar de fora do maior espetáculo da Terra. Mas achei. Achei e saí sorrindo de casa.
Peguei a tradicional Avenida Marcanã para ir caminhando ao Maracanã e sentindo um pouco mais do clima. Antes de chegar no Maraca passei na casa da minha avó para ver meu pai. Aproveitei para ver o gol do Botafogo e descobri que aos incríveis 50 minutos do primeiro tempo o artilheiro Washington empatara a partida no subúrbio carioca. Meio chateado, mas ainda com esperanças encontrei meu primo e meu tio para caminhar até a entrada do Bellinni. O relógio marcava 18:10 e a entrada foi relativamente tranquila. Mal sabia eu que cerca de 50 mil apaixonados torcedores já estavam lá dentro acompanhando atentamente pelo imortal rádio as emoções de Botafogo x São Paulo. Assim que pisei nas arquibancadas, os xingamentos foram imediatos. Me assustei, mas logo vi que tinha sido gol bambino e ouvia todos falando que não dá pra contar com a ajuda do Botafogo. Me “acomodei” pendurado em uma das entradas da arquibancada e não demorou muito para a torcida vibrar com o gol de Renato. A tensão era ainda maior. O jogo não acabava e o tempo não passava. Perguntei a outro torcedor quanto tempo de jogo tinha por lá e ele me respondeu 35. Na minha cabeça passaram 20 minutos e nada do jogo terminar. Uma vibração ainda maior anunciava o gol da vitória do alvinegro sobre o São Paulo. Muitos acharam que era fim de jogo, mas era algo melhor ainda. Três minutos depois o fim da partida no Engenhão dava início a festa nas arquibancadas, cadeiras e até no céu.
Comecei a ver que o clima era de Hexa. As equipes em campo era questão de tempo. Tempo que até passava rápido no embalo da torcida. O coro de “Meeeeeengooooo... Meeeeeengooooo...” aguardava a entrada do Flamengo em campo. Aí tudo ficou tenso. Cadê o time? Claramente TODOS os torcedores estavam ansiosos. E eu muito nervoso. O time entrou em campo e logo todas as placas do mosaico foram levantadas...
Peguei a tradicional Avenida Marcanã para ir caminhando ao Maracanã e sentindo um pouco mais do clima. Antes de chegar no Maraca passei na casa da minha avó para ver meu pai. Aproveitei para ver o gol do Botafogo e descobri que aos incríveis 50 minutos do primeiro tempo o artilheiro Washington empatara a partida no subúrbio carioca. Meio chateado, mas ainda com esperanças encontrei meu primo e meu tio para caminhar até a entrada do Bellinni. O relógio marcava 18:10 e a entrada foi relativamente tranquila. Mal sabia eu que cerca de 50 mil apaixonados torcedores já estavam lá dentro acompanhando atentamente pelo imortal rádio as emoções de Botafogo x São Paulo. Assim que pisei nas arquibancadas, os xingamentos foram imediatos. Me assustei, mas logo vi que tinha sido gol bambino e ouvia todos falando que não dá pra contar com a ajuda do Botafogo. Me “acomodei” pendurado em uma das entradas da arquibancada e não demorou muito para a torcida vibrar com o gol de Renato. A tensão era ainda maior. O jogo não acabava e o tempo não passava. Perguntei a outro torcedor quanto tempo de jogo tinha por lá e ele me respondeu 35. Na minha cabeça passaram 20 minutos e nada do jogo terminar. Uma vibração ainda maior anunciava o gol da vitória do alvinegro sobre o São Paulo. Muitos acharam que era fim de jogo, mas era algo melhor ainda. Três minutos depois o fim da partida no Engenhão dava início a festa nas arquibancadas, cadeiras e até no céu.
Comecei a ver que o clima era de Hexa. As equipes em campo era questão de tempo. Tempo que até passava rápido no embalo da torcida. O coro de “Meeeeeengooooo... Meeeeeengooooo...” aguardava a entrada do Flamengo em campo. Aí tudo ficou tenso. Cadê o time? Claramente TODOS os torcedores estavam ansiosos. E eu muito nervoso. O time entrou em campo e logo todas as placas do mosaico foram levantadas...
Eu simplesmente parei. Eu simplesmente amei. Eu simplesmente chorei. Fiquei sem reação só olhando para o Maracanã Rubro-Negro e olhando pro céu, agradecendo a “Papai do céu” por torcer por esse time maravilhoso e de torcida maravilhosa. Lágrimas caiam facilmente no meu rosto. Estava muito emocionado. Muito feliz. E tinha certeza que bastava uma vitória pra aquele dia 22 de novembro de 2009 ser o melhor da minha vida. Só quem estava lá sabe o porquê.
Não foi o melhor dia da minha vida, mas com certeza está no Top 3. Jamais vou esquecer.
Chorei antes. Chorei durante. Chorei depois. Chorei escrevendo esse texto.
Não foi o melhor dia da minha vida, mas com certeza está no Top 3. Jamais vou esquecer.
Chorei antes. Chorei durante. Chorei depois. Chorei escrevendo esse texto.


